O relato de Satrapi também cobre estes eventos, mas de uma
maneira um pouco mais bem humorada expondo o absurdo da situação onde as
pessoas eram revistadas em busca de qualquer indício contra a moral ou contato
com o decadente mundo ocidental (maquiagem, baralho). As duas dão um relato pessoal e sem detalhes
históricos, o que não leva a uma análise técnica do período, mas apresenta o
absurdo do totalitarismo seja ele de que viés ideológico ou religioso. A
anulação da individualidade como meio de controle e a imposição de valores. Antológico!
segunda-feira, 23 de julho de 2012
persépolis (marjane satrapi); lendo lolita em teerã (azar nafisi)
Assinar:
Postagens (Atom)
Três livros e muita história: Llosa, John Boyne e Chimamanda Adichie
Dois assuntos favoritíssimos da vida: literatura e história. O primeiro eu estudei formalmente na facul, apesar de ter lacunas muitos sér...
-
Vamos falar sobre os livros deixados pela metade e suas razões. Não gosto de abandonar livros, principalmente aqueles que comprei, me deixa ...
-
O ditos “leitores sérios”, aqueles que querem apreciar literatura mais artística, por assim dizer, costumam gostar de Clarice Lispector –...
-
Se você é no fundo um idealista inveterado, que acha a sociedade uma coisa pérfida, que o ser humano se tornou "um rio poluído" (m...